Eu e Ana Lasevicius, minha esposa, estamos abrindo um canal de debates no YouTube. Sobre questões ligadas à educação, à formação docente, à vida do estudante. Espero sua opinião por lá.
No sábado que vem, dia 26 de setembro, estarei com Paulo Netho, na Saraiva do Ibirapuera. Ele vai confessar tudo! Participação especial de Salatiel Silva. Os dois compõem o Balaio de Dois. Vale a pena, pois!
Estou lendo A estrada, de Cormac McCarthy, pela Editora Objetiva. Doloroso e bonito. Pai e filho em busca da salvação. Os diálogos entre os dois são curtos, tensos, intensos. O mundo foi devastado. Perigos e medo. O filme baseado no livro já foi produzido (cenas abaixo). Veremos...
Vou participar a partir de amanhã do I Congresso Internacional de Filosofia da Educação de Países e Comunidades de Língua Portuguesa, promovido pela Uninove. Mais informações aqui. Promete!
Uma primeira resposta: é a arte de compreender a si mesmo e o mundo (compreensão sempre parcial), mediante a leitura, durante a leitura, na e pela leitura, a partir da leitura, com e contra a leitura, perante e entre a leitura, sob a leitura.
A leitura de um livro. Mas não um livro qualquer. Tem de ser aquele livro. O livro que esteja pulsando, agora, falando com você e com ninguém mais. O livro cuja voz você esteja ouvindo agora. Só você. E que voz será esta? O livro fala? É uma voz que lhe parece familiar?
Disse Voltaire que "a arte da medicina consiste em distrair o doente enquanto a natureza cura a doença". Descontado o sarcasmo, não haverá algo disso na biblioterapia? Enquanto o livro leva o doente para longe da sua doença (ou seja, de seus problemas, suas dores mil, solidão, angústias...), talvez seja a melhor ocasião para que energias naturais tenham espaço e tempo para atuar.
Que belo título para um livro! (A imagem está ruim, mas por dentro é ótimo...) Da autoria de Elias Canetti, falecido há 15 anos. Publicado pela José Olympio agora, com tradução de Kristina Michahelles e apresentação de Ivo Barroso.
Domingo agora, estarei neste evento, ministrando uma palestra sobre leituras educadoras. A programação está aqui (para crianças) e aqui (para adultos).
Esse é o título de novo artigo meu na Revista Língua Portuguesa, cujo próximo número chegará às bancas na semana que vem. O artigo (para assinantes UOL) está disponível aqui.
A atriz Isabelle Huppert na versão cinematográfica de madame Bovary, de 1991
A primeira pessoa que me falou deste filme — O magnífico — foi Ana Lasevicius, minha esposa. Faz onze anos. Trata-se de uma comédia de 1973, em que Jean-Paul Belmondo faz o papel de um escritor de segunda categoria. Pois bem, foi necessário esperar uma década para, finalmente, assistir, e rir muito.
Faz pensar nas relações entre criação literária e vida pessoal, entre ficção e cotidiano. Na cena final, o escritor joga pela janela, sobre o editor-vilão, as folhas datilografadas do seu último original. Acima, o escritor François Merlin (escrever é mágico...) criando situações em que Bob Saint-Clair é herói-paródia de James Bond.
Acaba de aparecer no Observatório da Imprensa artigo meu sobre as correções e aditamentos do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Para ler é só clicar.